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Pessoas / Bruno Mascarenhas

Bruno Mascarenhas

Vereador do Chega na Câmara Municipal de Lisboa, eleito nas autárquicas de 2025. No mandato de 2021 a 2025 foi deputado municipal do Chega na Assembleia Municipal de Lisboa.

Membro do Chega · última verificação 13.10.2026

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Sinais

Disse · Minorias · 05.11.2024 · Bruno Mascarenhas, deputado municipal do Chega em Lisboa (hoje vereador)

«Lisboa foi sempre uma cidade que integrou, mas não desta forma massiva e impossível de integrar desta forma massiva e, isso é responsabilidade do “centrão” PS e PSD, portanto, os Senhores abriram as fronteiras de forma escancarada e, portanto, permitem que isto aconteça»

Debate de atualidade pedido pelo Grupo Municipal do Chega sobre «distúrbios, desacatos e insegurança na cidade de Lisboa», na 96.ª sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Lisboa (ata n.º 142, 5 de novembro de 2024). Antes do debate, o PCP anunciou que não interviria, por entender tratar-se de «uma clara instrumentalização das questões da segurança». A citação é da intervenção final de Bruno Mascarenhas (ata, pp. 36–37).

No fim do debate, o Livre fez um protesto à Mesa, em que disse: «Questionamos a legalidade do uso das imagens que foram apresentadas»; o Bloco de Esquerda associou-se ao protesto (ata, pp. 38–39). Segundo a Lusa, BE, PCP, PEV, Livre e dois deputados independentes saíram da sala e não participaram no debate. Não se conhece queixa nem outro procedimento sobre as imagens.

Resposta: Na mesma sessão, Bruno Mascarenhas disse à Mesa: «eu estava perfeitamente convencido, que estavam todas as imagens com filtros. Houve um lapso do nosso Grupo, infelizmente, foram passadas imagens que não o deviam ter feito. Nós já pedimos à Mesa, para que fosse retirado aquele Slide em específico» e apresentou «o nosso pedido de desculpa à Mesa e à Câmara» (ata, p. 76).

Fontes: Ata n.º 142, 96.ª sessão extraordinária, reunião de 5 de novembro de 2024, pp. 15–20, 36–39 e 76 (Assembleia Municipal de Lisboa), 05.11.2024; Assembleia Municipal de Lisboa adverte Chega por associar criminalidade a imigração (Lusa (via Observador)), 05.11.2024 · Lusa

Fez · Adversários · 14.02.2023 · Bruno Mascarenhas, deputado municipal do Chega em Lisboa (hoje vereador)

Chama a PSP à Assembleia Municipal de Lisboa para apresentar queixa contra o deputado que pediu o envio de uma intervenção sua à Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial

Na reunião de 14 de fevereiro de 2023 da Assembleia Municipal de Lisboa (2.ª reunião da sessão ordinária de fevereiro; ata n.º 56), Bruno Mascarenhas disse, sobre o projeto de mesquita no Martim Moniz, que a Câmara «entendeu, realmente, que era um perigo para a cidade que haja ali a questão do Islão radical», e que «a multiculturalidade não é mais do que defender a política “guetos”» (ata n.º 56, pp. 28–29). O deputado municipal Miguel Graça, independente eleito pela coligação PS/Livre, fez uma interpelação à Mesa: «o racismo é crime em Portugal», e pediu que o excerto da ata fosse enviado à Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (p. 29).

Não se sabe que crime foi invocado na queixa nem que destino teve, nem se o excerto da ata foi enviado à Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial.

Resposta: Na mesma reunião: «eu pedi a identificação de um deputado já depois, neste caso Deputado Miguel Graça que me apelidou e disse que a minha intervenção, mais uma vez, é racista e xenófoba, quando não é» e «já fiz Senhora Presidente, um texto que enviei a todos os grupos parlamentares em que avisei que não tolerava mais este tipo de comportamentos e como não tolero mais este tipo de comportamentos, chamei a Polícia de Segurança e está feito o esclarecimento!» (ata, p. 42).

Fontes: Ata n.º 56, 2.ª reunião da sessão ordinária de fevereiro, 14 de fevereiro de 2023, pp. 28–29, 34–36 e 42 (Assembleia Municipal de Lisboa), 14.02.2023; Deputado municipal do Chega chama a PSP depois de ser acusado de xenofobia (Postal (com a Lusa)), 15.02.2023 · Lusa

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